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Espiritismo com Jesus

Espiritismo com Jesus é Vida,
Ânimo à lida, reconforto à dor,
Novo roteiro à humanidade aflita,
Luz infinita de Esperança e Amor.

Espiritismo com Jesus alenta
A alma sedenta em desesperação.
Fonte da Paz que jorra, de mansinho,
Celeste vinho de consolação.

Espiritismo com Jesus consola,
Na grande escola que edifica o bem,
Desde as angústias da ilusão terrena,
À luz serena que enche os bons no Além.

Espiritismo com Jesus perdoa
E aperfeiçoa para o bem real.
Sabedoria que esclarece e ensina
A Lei Divina, fúlgida, imortal.

Irmã querida que amas a Verdade,
Na tempestade, na desolação.
Seja o Evangelho de Jesus teu ninho
E áureo caminho de teu coração.

Vallado Rosas

Verbo e Caminho

Expondo estas coisas aos irmãos serás bom ministro do Cristo Jesus, alimentando-os com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido. – Paulo. (I Timóteo, 4:6)
É necessário estudar o poder do verbo e jamais abusar dele. Mobilizá-lo para estabelecer condições de saúde e equilíbrio, paz e alegria, onde estivermos.
Compreendê-lo e acatá-lo para saber que a verdade, na correção do Espírito, deve ser empregada como a radioterapia na cura física, dentro da cautela aconselhável, sem que nos caiba o direito de inclinar-lhe as aplicações para o terreno da leviandade ou da malícia. Usá-lo para auxiliar e abençoar, levantar e instruir.
Falar é gravar.
Gravar é criar.
Acatemos as necessidades e os interesses dos outros no campo dos recursos verbalistas.
Somos obviamente responsáveis pelos bens materiais de que nos apropriemos indebitamente. Outro tanto acontece quando dilapidamos fé e otimismo, esperança e coragem nos corações alheios.
A ideia é uma força criadora e nossas palavras aderem a ela construindo sentimentos, sugestões, formas e coisas.
Conversemos para melhorar.
Utilizemos a frase por agente de elevação.
Estejamos convencidos de que as palavras que nos escapam da boca ou da escrita assemelham-se, de maneira simbólica, ao ferro-gusa; após escorrerem do forno de nossa mente solidificam-se nos trilhos, bons ou maus, sobre os quais o comboio de nossa existência estará no caminho.

Emmanuel, em Benção de Paz

No Campo da Elevação

Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. – João. (I João, 4:8)
O materialismo apresenta contradições que nos obrigam a procurar a melhor maneira de elevar o coração ao nível do cérebro.
Quantos se imaginam hoje abordando a felicidade em outros planetas sem saberem como descobrir a alegria dentro de casa!
Quantos devassam a intimidade da Natureza sem se dignarem sondar os recessos da própria alma!
O raciocínio avança destemido para a luz, mas o sentimento se acomoda na sombra.
Ainda assim é imperioso fugir ao pessimismo e prosseguir no trabalho da sublimação espiritual.
Urge reconhecer que, renteando com os nossos irmãos ainda desconhecedores da própria imortalidade e que se atolam, por isso mesmo, em sinistros enganos, surpreendemos, em todas as latitudes da Terra, companheiros notáveis pela própria formação que sabem manejar com acerto os recursos do mundo para a glória do Bem Eterno, com esquecimento deles mesmos.
O problema da elevação, porém, é comum a nós todos, de vez que, se perguntamos aos nossos irmãos materialistas o que fazem eles da cultura, eles podem indagar, e com razão, o que estamos nós fazendo de proveitoso com a fé.
A verdade é que nós todos – eles e nós outros, os espíritos religiosos – em maioria imensa na Terra, somos criaturas endividadas ante as leis do Universo, com séculos de trabalho pela frente a fim de aprendermos não apenas a evoluir, instruídos pela inteligência, mas também a caminhar com o devido aprimoramento no amor para viver com educação.

Emmanuel, em Bênção de Paz

Transformação e Objetivo

E vos renoveis no espírito… – Paulo. (Efésios, 4: 23.)
Sem Dúvida, a existência é transformação incessante.
Indispensável nos vejamos, muitas vezes, à luz da autoanálise, observando se estamos realmente seguindo os processos da evolução. Não nos esquecermos de verificar se nos achamos gravitando em torno dos erros de muito tempo ou se vivemos com os problemas que nos foram habituais no passado, sem procurar solução justa; examinar o campo íntimo e deduzir com clareza se estamos apaixonados por nós próprios, repetindo lances autobiográficos ou lamentações estéreis em derredor de provações que tenhamos vivido, sem alterar o mecanismo de nossas emoções, disposições, atitudes e palavras.
Dia a dia é imperioso indagar de nós se prosseguimos empenhados no trabalho de autoburilamento, acompanhando o progresso que nos rodeia e tomando contato com as novas criações da inteligência, da cultura, da arte e dos assuntos humanos que nos envolvem a estrada.
Todos nós necessitamos de intercâmbio, mantendo-nos interessados em buscar o melhor que a vida nos ofereça e interessar igualmente à vida, oferecendo a ela, na pessoa do próximo, aquilo de melhor que sejamos capazes de sugerir ou fazer…
Ampliar os interesses da personalidade, esquecer ideias impróprias, enriquecer o cadastro das relações e estabelecer conhecimentos novos são deveres nosso em toda parte.
Entretanto, no rol de ideais, atividades, empreendimentos e ações que nos digam respeito é preciso saber que modificações estamos realizando. Estudemos, desse modo, o imperativo da transformação permanente no imo da própria alma e aprendamos com as leis do espírito que a renovação pede serviço constante, na construção do bem comum, para criar a felicidade e integrar-se harmoniosamente em nossas aquisições para a vida eterna.

Emmanuel, em Bênção de Paz

Pontos do Explicador Espírita

Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério. – Paulo. (II Timóteo, 4:5)
Educar a voz para que se faça construtiva e agradável.
Adaptar-se aos ouvintes abordando-lhes o coração.
Falar com sinceridade, sem aspereza.
Situar os princípios doutrinários acima de quaisquer ideias pessoais.
Jamais transfigurar a verdade em bastão de castigo, mas dosá-la e usá-la no veículo do amor, à maneira de esclarecimento e remédio, renovação e consolo, escora e incentivo à prática do bem.
Evitar conceituações e palavras que sugiram ódio ou violência, desprezo ou terror, condenação ou pessimismo.
Estudar sempre a fim de oferecer recursos verbais sempre mais vastos à inspiração da Vida Maior.
Tolerar as críticas e aproveitá-las.
Jamais valer-se da pregação para combater adversários ou hostilizar criaturas com as quais ainda não consiga afinar-se de todo.
Respeitar as crenças e pontos de vista do auditório, sem elogiar-lhe as ilusões e os preconceitos.
Abster-se de instalar dúvidas ou perguntas no espírito daqueles que lhe prestam atenção, sem soluções ou respostas convenientes.
Tratar os ouvintes na condição de familiares e entes queridos a quem se oferecem os melhores valores do coração.
Nunca falar de alto para baixo, mas compartilhar as necessidades e deficiências dos circunstantes, transmitindo-lhes a certeza de que carrega também consigo as mesmas lutas e problemas que lhes marcam a vida.
Orar antes de explicar ou de ensinar, para que a palavra se lhe transforme numa bênção de Deus.

Emmanuel em Bênção de Paz

Texto Antidepressivo

Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para frente, proibindo-se parar.
Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.
Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja.
Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de ideias.
Tente contato de pessoas, cuja conversação lhe melhore o clima espiritual.
Procure um ambiente, no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos.
Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando.
Visite um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas.
Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento.
Guarde a convicção de que todos nós estamos caminhando para adiante, através de problemas e lutas, na aquisição de experiência, e de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças, mas não se acomoda com a inércia em momento algum.

André Luiz, em Busca e Acharás

Aceitar e Renovar

Aceitarás a dificuldade, não por fardo de aflição que te arrase as energias, mas por ensinamento que te habilite a mais ampla aquisição de experiência.
Não te rebelarás contra a enfermidade…
Saberás, no entanto, afastá-la com os recursos curativos de que disponhas, imitando o devotamento do lavrador que protege a enxada em cuja cooperação encontra o pão de cada dia.
Entenderás os seres amados que te apresentem lamentáveis quadros de provação, tolerando-lhe, com serenidade, até mesmo as injúrias…
Ainda que seja à distância, porém, não só farás o possível para desculpá-los, como também te empenharás a auxiliá-los na melhoria do espírito.
Suportarás a preterição e o menosprezo nas áreas da atividade profissional…
Não renunciarás, contudo, ao dever de aprimorar-te, a fim de ser mais útil à comunidade à qual te vinculas.
Até mesmo em nós próprios, admitiremos certas falhas de extinção difícil, chegando a medir com sinceridade, a extensão de nossas deficiências…
Mas prosseguiremos, fazendo o melhor de nós, até que nos sintamos curados das imperfeições que nos caracterizem, com o esmeril do trabalho, ao calor da responsabilidade constante.
Paciência é compreensão.
Compreensão é luz de amor.
Aceitemos os obstáculos por testes de resistência, e as provas por lições…
Entretanto, saibamos acolhê-los, agindo sempre por superá-los na expansão do bem, de vez que estamos todos na forja da luta evolutiva, com a certeza de que degraus para cima é que configuram a estrada de elevação.

Emmanuel, em Busca e Acharás