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Espiritualidade

Paciência e vida / Patience and life

Estudo necessário da paciência: observar cada um de nós à frente da própria conduta nas relações humanas e no reduto doméstico.
Sabemos compreender habitualmente os assaltos morais de inimigos gratuitos,
obrigando-nos a refletir quanto a melhor forma de auxiliá-los para que se renovem construtivamente em seus pontos de vista, e, em muitos casos, esbravejamos contra o desagrado de uma criança que a doença incomoda.
Aprendemos a suportar com serenidade e entendimento, prejuízos enormes da parte de amigos, nos quais depositávamos confiança e carinho, buscando encontrar modo seguro de ajudá-los para o resgate preciso e, muitas vezes, condenamos asperamente pequenas despesas naturais de entes queridos, credores insofismáveis de nosso reconhecimento e ternura.
A tolerância para com superiores e subalternos, colegas e associados, familiares e amigos íntimos é realmente o recurso da vida em que se nos erige o metro do burilamento moral. Isso porque, conquanto a beneficência se mostre sempre sublime e respeitável, em todas as suas manifestações e atributos, é sempre muito mais fácil colaborar em campanhas públicas em auxílio da Humanidade ou prestigiar pessoas com as quais não estejamos ligados por vínculos de compromisso e obrigação, que tolerar com calma e compreensão, os contratempos mínimos e as diminutas humilhações no ambiente individual.
Paciência por isso mesmo, em sua luminosa autenticidade há de ser aprendida, sentida, sofrida, exercitada e consolidada junto daqueles que nos povoam as áreas do dia-a-dia, se quisermos esculpi-la por realização imorredoura no mundo da própria alma.
Proclamemos e ensinemos quanto nos seja possível os méritos da paciência, no entanto, examinemos as próprias reações da experiência íntima à frente de quantos nos compartilham a luta cotidiana, na condição de sócios da parentela e do trabalho, do ideal e das tarefas de cada dia e, perguntemos com sinceridade a nós próprios se estamos usando de paciência para com eles e para com todos os outros companheiros da Humanidade, assim como estamos sendo incessantemente tolerados e amparados pela paciência de Deus.

Espírito Emmanuel, do livro Rumo Certo, psicografado por Chico Xavier.

A necessary study of patience: observing each one of us ahead of our own conduct in human relationships and in the domestic environment.
We know how to habitually understand the moral assaults of gratuitous enemies,
forcing us to reflect on the best way to help them so that they constructively renew their points of view, and, in many cases, we rage against the displeasure of a child who is bothered by the disease.
We learned to bear with serenity and understanding, enormous losses on the part of friends, in whom we placed trust and affection, seeking to find a safe way to help them with the exact rescue and, many times, we harshly condemn small natural expenses of loved ones, unsophisticated creditors of our recognition and tenderness.
Tolerance towards superiors and subordinates, colleagues and associates, family and close friends is really the resource of life in which the meter of moral refinement is built. This is because, although beneficence is always sublime and respectable, in all its manifestations and attributes, it is always much easier to collaborate in public campaigns in aid of Humanity or to honor people with whom we are not linked by bonds of commitment and obligation, to tolerate with calm and understanding, the minimum setbacks and the tiny humiliations in the individual environment.
Patience for this very reason, in its luminous authenticity, has to be learned, felt, suffered, exercised and consolidated with those who populate our day-to-day areas, if we want to carve it out for undying realization in the world of our own soul.
Let us proclaim and teach as much as possible the merits of patience, however, let us examine the reactions of the intimate experience in front of those who share the daily struggle with us, as partners in family and work, in the ideal and in the tasks of each day. and let us sincerely ask ourselves if we are being patient with them and with all the other companions of Humanity, just as we are being unceasingly tolerated and supported by the patience of God.

Spirit Emmanuel, from the book Rumo Certo, psychographed by Chico Xavier.

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