Categorias
Espiritualidade

Paciência e nós / Patience and us

Quando as dificuldades atingem o apogeu, induzindo os companheiros mais valorosos a desertarem da luta pelo estabelecimento das boas obras, e prossegues sob o peso da responsabilidade que elas acarretam, na convicção de que não nos cabe descrê da vitória final…
Quando os problemas se multiplicam na estrada, pela invigilância dos próprios amigos, e te manténs, sem revolta, nas realizações edificantes a que te consagras…
Quando a injúria te espanca o nome, procurando desmantelar-te o trabalho, e continuas fiel às obrigações que abraçastes, sem atrasar o serviço com justificações ociosas…
Quando tentações e perturbações te ameaçam as horas, tumultuando-te os passos, e caminhos à frente, sem reclamações e sem queixas…
Quando te é lícito largar aos ombros de outrem a carga de atribuições sacrificiais que te assinala a existência, e não te afasta do serviço a fazer, entendendo que nenhum esforço é demais em favor do próximo…
Quando podes censurar e não censuras, exigir e não exiges…
Então, terás levantado a fortaleza da paciência no reino da própria alma.
Nem sempre passividade significa resignação construtiva.
Raramente pode alguém demonstrar conformidade, quando se encontra sob os constrangimentos da provação.
Paciência, em verdade, é perseverar na edificação do bem, a despeito das arremetidas do mal, e prosseguir corajosamente cooperando com ela e junto dela, quando nos seja mais fácil desistir.

Espírito Albino Teixeira, do livro Caminho Espírita, psicografado por Chico Xavier.


Patience and us

When difficulties reach their apogee, inducing the most courageous companions to desert the fight for the establishment of good works, and you continue under the weight of the responsibility that they entail, in the conviction that it is not up to us to disbelieve in the final victory…
When problems multiply on the road, due to the lack of vigilance of your friends, and you remain, without revolt, in the edifying achievements to which you dedicate yourself…
When the injury hits your name, trying to dismantle your work, and you remain faithful to the obligations you have embraced, without delaying the service with idle justifications…
When temptations and disturbances threaten your hours, disturbing your steps, and paths ahead, without complaints and without complaints…
When it is permissible for you to leave the burden of sacrificial attributions that marks your existence on the shoulders of others, and do not distance yourself from the service to be done, understanding that no effort is too much in favor of the next…
When you can censor and you don’t censor, demand and you don’t demand…
Then you will have raised the fortress of patience in the realm of the soul itself.
Passivity does not always mean constructive resignation.
Rarely can one show conformity when under the constraints of probation.
Patience, in truth, is to persevere in the building of good, in spite of the onslaughts of evil, and to continue courageously cooperating with her and with her, when it is easier for us to give up.

Spirit Albino Teixeira, from the book Caminho Espírita, psychographed by Chico Xavier.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.