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Espiritualidade

Jesus

Com o nascimento de Jesus, há como que uma comunhão direta do Céu com a Terra.
Estranhas e admiráveis revelações perfumam as almas e o Enviado oferece aos seres humanos toda a grandeza do seu amor, da sua sabedoria e da sua misericórdia.
Aos corações abre-se nova torrente de esperanças e a Humanidade, na Manjedoura, no Tabor e no Calvário, sente as manifestações da vida celeste, sublime em sua gloriosa espiritualidade.
Com o tesouro dos seus exemplos e das suas palavras, deixa o Mestre entre os homens a sua Boa Nova. O Evangelho do Cristo é o transunto (translado) de todas as filosofias que procuram aprimorar o espírito, norteando-lhe a vida e as aspirações.
Jesus foi a manifestação do amor de Deus, a personificação de sua bondade infinita.

Emmanuel, do livro homônimo, psicografado por Chico Xavier

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Jesus

Com o nascimento de Jesus, há como que uma comunhão direta do Céu com a Terra.
Estranhas e admiráveis revelações perfumam as almas e o Enviado oferece aos seres humanos toda a grandeza do seu amor, da sua sabedoria e da sua misericórdia.
Aos corações abre-se nova torrente de esperanças e a Humanidade, na Manjedoura, no Tabor e no Calvário, sente as manifestações da vida celeste, sublime em sua gloriosa espiritualidade.
Com o tesouro dos seus exemplos e das suas palavras, deixa o Mestre entre os homens a sua Boa Nova. O Evangelho do Cristo é o transunto (translado) de todas as filosofias que procuram aprimorar o espírito, norteando-lhe a vida e as aspirações.
Jesus foi a manifestação do amor de Deus, a personificação de sua bondade infinita.

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Homenagens a João Huss

“Seguem-se trinta assinaturas de membros do comitê, advogados, literatos, industriais.
“O apelo dos patriotas boêmios não poderia deixar de suscitar viva simpatia entre os amigos da liberdade.
“Um jornal de Praga tivera a desastrada ideia de propor uma petição ao futuro concílio para pedir a revisão do processo de João Huss. O Jornal Norodni Listy refutou com vigor esta estranha proposição, dizendo que a revisão se efetuara perante o tribunal da civilização e da História, que julga os papas e os concílios.
“A nação boêmia, acrescenta o Norodni, perseguiu esta revisão com a espada na mão, em cem batalhas, no dia seguinte mesmo da morte de João Huss.”
“A Folha Tcheca tem razão: João Huss não precisa ser reabilitado, assim como Joana d’Arc não precisa ser canonizada pelos sucessores dos bispos e doutores que os queimaram.
Por nosso lado, vimos juntar às homenagens prestadas à memória de João Huss o nosso testemunho de simpatia e de respeito pelos princípios de liberdade religiosa, de tolerância e de solidariedade que ele popularizou em vida. Esse espírito eminente, esse inovador convicto, tem direito à primeira fila entre os precursores da nossa consoladora filosofia. Como tantos outros, tinha a sua missão providencial, que realizou até o martírio, e sua morte, como sua vida, foi um dos mais eloquentes protestos contra a crença num Deus mesquinho e cruel, bem como aos ensinos rotineiros, que deviam ceder ante o despertar do espírito humano e o exame aprofundado das leis naturais.
Como todos os inovadores, João Huss foi incompreendido e perseguido; ele vinha corrigir abusos, modificar crenças que não mais podiam satisfazer às aspirações de sua época.

Revista Espírita, setembro de 1869