Interessado em desfrutar vantagens transitórias no imediatismo da existência terrestre, quase sempre o homem aspira à galhardia de apresentação e a porte distinto, elegância e domínio, no quadro social em que se expressa; entretanto, conduzido à Esfera Superior, pela influência renovadora da morte, identifica as próprias deficiências, na tela dos compromissos inconfessáveis a que se […]
Autor: Jose Valim
Para libertar-nos
A preguiça conserva a cabeça desocupada e as mãos ociosas.A cabeça desocupada e as mãos ociosas encontram a desordem.A desordem cai no tempo sem disciplina.O tempo sem disciplina vai para a invigilância.A invigilância patrocina a conversação sem proveito.A conversação sem proveito entretece as sombras da cegueira de espírito.A cegueira de espírito promove o desequilíbrio.O desequilíbrio […]
Pergunta espírita
Alegas, por vezes, a impossibilidade de colaborar nas tarefas espíritas, escusando-te à face das dificuldades e senões que ainda carregas.Entretanto, convenhamos:se não tens imperfeições a vencer, entre tantos milhões de criaturas humanas ainda imperfeitas;se não conheceste e nem conheces, intimamente, conflito algum;se não possuis problemas a resolver;se não experimentas tentações;se não atravessas, de quando a […]
Perante Jesus
Certa feita convidou-nos o Divino Mestre: – “Vinde a mim, todos vós que sofreis e vos aliviarei”…E através do tempo, todos nós, os que nos consideramos imperfeitos e infelizes, fomos a Ele, a fim de ouvir-lhe as instruções.Os oprimidos e aflitos, os doentes, os cansados, os sedentos de justiça, os desarvorados, os desvalidos, os desamparados, […]
Desenvolvimento psíquico
Tentando definir a mediunidade, podemos ainda interpretá-la como sendo a capacidade de fazer-se alguém intermediário entre pessoas e regiões distintas. E assim como existem agentes de variada espécie para variados assuntos da vida humana, temos medianeiros de especialidades múltiplas para a vida espiritual.Informados hoje de que a morte física não expressa sublimação, não podemos assim […]
Ouve, irmão!
Para aclarar-te a sendaMorre o óleo, sem mágoa,Na lâmpada que empunhas…Para servir-te a mesaSofre o vasoAs injúrias do forno.Para fazer-te o pãoA semente, em renúncia,Desce à cova sombria.Para acalmar-te a sedeCorre a fonteSobre o leito empedrado…E houve Alguém que, por tiE em favor de nós todos,Sendo Anjo Divino,Imolou-se na cruzPara doar-nos pazSobre a vida abundante!Que […]