Ouve, irmão!

Ouve, irmão

Para aclarar-te a senda
Morre o óleo, sem mágoa,
Na lâmpada que empunhas…
Para servir-te a mesa
Sofre o vaso
As injúrias do forno.
Para fazer-te o pão
A semente, em renúncia,
Desce à cova sombria.
Para acalmar-te a sede
Corre a fonte
Sobre o leito empedrado…
E houve Alguém que, por ti
E em favor de nós todos,
Sendo Anjo Divino,
Imolou-se na cruz
Para doar-nos paz
Sobre a vida abundante!
Que sofremos, irmão?
Que bênçãos derramamos,
Nós que tanto devemos
Ao Céu e à Humanidade?
Que trabalho abraçamos
Por acender mais luz
E espalhar mais consolo?
Para, medita e segue!…
A sábia natureza
Reclama, em toda parte,
O doce entendimento.
Repara a flor aberta,
A estrela branda e calma
E escuta a árvore humilde
A desfazer-se em dons
De socorro e carinho…
E deixa que por ti
Fale a benção de Deus
Que nos fez para a glória
De subir e brilhar
Na alegria sem fim
De servir e de amar…

Rodrigues de Abreu, do livro Cartas do Coração,
psicografado por Chico Xavier

Por Jose Valim

Meu nome é José Valim, tenho 80 anos, e o meu objetivo é a divulgação da Doutrina Espírita Cristã.

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