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Perdão no tempo / Forgiveness in time

Nos primeiros tempos do Cristianismo e, ainda hoje, o perdão, significando magnanimidade do credor, quase sempre foi, e continua sendo, considerado unicamente por virtude.

Com o tempo, no entanto, a civilização, embora criando nova terminologia, adotou o ensinamento de Jesus, aplicando-o, sob denominações diversas, na condição de ingrediente inarredável do êxito, em qualquer empreendimento.

Abrangendo o próprio comércio, o perdão é praticado em todos os processos de relacionamento entre as criaturas, bastando se lhe observe o conteúdo sob outra vestimenta verbal.

Chama-se “liberação”, nas ciências psicológicas; “moratória”, nas lides bancárias; “paciência”, no instituto da família; “aceitação”, nas crises e tribulações que, porventura, repontem do cotidiano; e “cortesia”, na movimentação dos negócios.

Sem a disposição de atendimento generoso às necessidades dos outros, de modo a livrá-los por antecipação de quaisquer problemas, ante a lei de causa e efeito, é até mesmo desaconselhável se responsabilize alguém por essa ou aquela iniciativa que pretenda beneficiar a vida comunitária.

Recordemos Jesus e verificaremos que para sustentar a própria segurança, preservar a respeitabilidade do próprio nome, resguardar a harmonia no campo doméstico e mesmo para conservar cooperadores e amigos, é imperioso se cultive a tolerância diariamente, não uma só vez, mas setenta vezes sete vezes.

Espírito Emmanuel, do livro Paz, psicografado por Chico Xavier.

In the early days of Christianity, and even today, forgiveness, meaning the creditor’s magnanimity, was almost always, and still is, considered solely by virtue.

Over time, however, civilization, while creating new terminology, adopted the teaching of Jesus, applying it, under different names, as an inescapable ingredient of success in any undertaking.

Encompassing commerce itself, forgiveness is practiced in all processes of relationship between creatures, just by observing the content under another verbal garment.

It is called “liberation” in the psychological sciences; “moratorium” in banking affairs; “patience”, in the family institute; “acceptance”, in the crises and tribulations that, by chance, arise from everyday life; and “courtesy” in the handling of business.

Without the willingness to generously attend to the needs of others, in order to free them in advance of any problems, before the law of cause and effect, it is even inadvisable to hold someone responsible for this or that initiative that intends to benefit community life.

Let us remember Jesus and we will see that in order to maintain our own security, preserve the respectability of our own name, preserve harmony in the domestic field and even to preserve co-workers and friends, it is imperative to cultivate tolerance daily, not once, but seventy times seven times.

Emmanuel Spirit, from the book Paz, psychographed by Chico Xavier.

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