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Espiritualidade

Anotemos na vida

Reparemos o Evangelho nas linhas da natureza:
Quanto menos perseverança na enxada, mais ferrugem a empecer-lhe o serviço.
Quanto mais suor no arado, mais bênçãos na sementeira.
Quanto menos repouso à fonte, mais pureza à corrente.

Quanto mais descanso ao poço, mais tristeza e doença às águas estanques.
Quanto menos exigência às plantas do pomar, maior se lhes revela a tortura constante, sob a erva daninha.
Quanto mais poda e adubo nas árvores amigas, mais fecunda e mais bela se lhes mostra a colheita.

Assim também na vida:
Quanto menos esforço, mais intensa a preguiça.
Quanto mais boa vontade, mais crédito na ação.
Quanto menos fé no espírito, mais névoa de incerteza.
Quanto mais confiança, suprimento mais alto.
Quanto menos bondade, sempre mais pessimismo.
Quanto mais amizade, alegria mais pura.
Quanto menos concurso, mais extensa aversão.
Quanto mais nobre o amparo, simpatia maior.
Quanto menos perdão, mais sombra de crueldade.
Quanto mais amplo o amor, mais sol no caminho.
Quanto menos brandura, mais aflição na estrada.
Por isso mesmo, nós, armados de vontade e discernimento, somos livres para erguer sobre o mundo o cárcere de dor que nos segrega ou para desatar as algemas dos débitos do passado, construindo no agora o próprio roteiro de ascensão à luz.

Emmanuel, do livro Linha Duzentos, psicografado por Chico Xavier

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