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Espiritualidade

Roma e a Humanidade

Meus caros amigos, alguns de vós, que aqui vos achais, possuís dedicação e amor à causa da Luz e da Verdade; é lícito, portanto, procuremos corresponder aos vossos esforços e aspirações de conhecimento, ofertando-vos todas as coisas do espírito, dentro das nossas possibilidades, para que vos sirvam de auxílio na escalada difícil da verdade.
Numerosas são as falanges de seres que se entregam à difusão das teorias espiritualistas e que operam, na atualidade, o milagre do ressurgimento da filosofia cristã, em sua pureza de antanho. É que chegados são os dias das explicações racionais de todos os séculos que tendes atravessado com os olhos vendados para os domínios da espiritualidade, devido aos preconceitos das posições sociais e sentimentos de utilitarismo de vários sistemas religiosos e filosóficos, desvirtuados em suas finalidades, em seus princípios.
Nossos desejos seriam os de que a nossa voz fosse ouvida, veiculando-se a palavra da imortalidade sobre toda a Terra, todavia, não serão feitos em vão os nossos apelos.
Por constituir tema de interesse geral para quantos mourejam nas fainas benditas do conhecimento da verdade, subordinei estas palavras à epígrafe “Roma e a Humanidade”, a fim de levar-vos a minha pequena parcela de instrução sobre o Catolicismo que, deturpando, nos seus objetivos, as lições do Evangelho, se tornou uma organização política em que preponderam as características essencialmente mundanas.

Emmanuel, do livro homônimo, psicografado por Chico Xavier