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Espiritualidade

Autoaceitação / Self-acceptance

No capítulo da insatisfação, urge considerar que dispomos atualmente, na Terra, de avançadas ciências psicológicas, ensinando-nos a conhecer as deficiências e inibições dos outros, entretanto, muito dificilmente reconhecemos com elas o impositivo de estudarmos, não apenas a fim de entendê-las, mas igualmente com o objetivo de aceitar-nos tais quais somos.

Admitimos os desajustes e desequilíbrios alheios, todavia, em se tratando dos nossos, muito frequentemente caímos em aflição e rebeldia, aniquilando, tantas vezes, valiosas possibilidades de serviço em nossas mãos.

Cada um de nós se coloca em determinado degrau de trabalho e de elevação para atender aos Desígnios da Vida Superior, traçados em auxílio a nós mesmos.

Esse é doente ainda; outro convalesce de longa enfermidade espiritual; aquele carrega as consequências de antigos desequilíbrios; aquele outro dispõe de reduzida instrução; e aquele outro ainda transporta consigo próprio os resultados graves de inquietantes débitos contraídos.

Todos somos, no entanto, filhos imortais de Deus e, pelos mecanismos da Divina
Providência, cada qual de nós está situado por si mesmo nas condições justas, nas quais venhamos a receber novas oportunidades de trabalho e aprendizagem, reajustamento e melhoria, reequilíbrio e renovação.

Ainda assim, se teimamos em não reconhecer a realidade que nos é própria, não somente perderemos tempo precioso, mas também correremos o risco de comprar à inveja e ao ciúme, ao ódio e ao desespero, sofrimento e problemas de que não temos a menor necessidade.

Ante as provas e tribulações que nos cerquem, aceitemo-nos como somos, a fim de extrairmos de nós com sinceridade o máximo de bem de que sejamos capazes na ampliação do bem geral, porque a vida é um parque de promoções permanente para quem trabalha e serve e todo espírito que se aceita qual é, de modo a fazer de si o melhor que pode, para logo se desvencilhar de qualquer sombra, a fim de engajar-se na jornada bendita do próprio burilamento, partilhando a conquista incessante de luz e mais luz.

Espírito Emmanuel, do livro Mãos Unidas, psicografado por Chico Xavier.

In terms of dissatisfaction, it is urgent to consider that we currently have, on Earth, advanced psychological sciences, teaching us to know the deficiencies and inhibitions of others, however, it is very difficult to recognize with them the imposition of studying, not only in order to understand them. them, but also with the aim of accepting ourselves as we are.

We admit the maladjustments and imbalances of others, however, when it comes to our own, we very often fall into affliction and rebellion, annihilating, so many times, valuable possibilities of service in our hands.

Each one of us places himself in a certain degree of work and elevation to meet the Designs of the Superior Life, designed to help ourselves.

This one is still sick; another convalesces from a long spiritual illness; the former carries the consequences of old imbalances; the other has little education; and that other one still carries with him the serious results of disturbing debts incurred.

We are all, however, immortal children of God and, through the mechanisms of the Divine
Providence, each of us is situated for himself in the right conditions, in which we will receive new opportunities for work and learning, readjustment and improvement, rebalancing and renewal.

Even so, if we persist in not recognizing the reality that is our own, not only will we waste precious time, but we will also run the risk of buying envy and jealousy, hatred and despair, suffering and problems that we have no need for. .

Faced with the trials and tribulations that surround us, let us accept ourselves as we are, in order to sincerely extract from ourselves as much good as we are capable of in expanding the general good, because life is a park of permanent promotions for those who work and serves and every spirit that accepts itself as it is, in order to do the best it can, to then get rid of any shadow, in order to engage in the blessed journey of its own chiseling, sharing the incessant conquest of light and more light.

Emmanuel, from the book Mãos Unidas, psychographed by Chico Xavier.

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