Houve tempo em que a ciência positiva,Na aridez de seu método ilusório,Construía o castelo transitórioDa grande negação definitiva. Tudo era matéria primitivaNo centro do seu “modus” vibratório,Impressionando o mundo do sensório,Na eterna vibração da força viva. Mas Kardec abre as últimas cortinasE sobre o mundo de cadaverinas,Apresenta outra Luz gloriosa e forte. Cai a muralha […]
Soneto