Soneto

Allan Kardec e Amelie Boudet
Allan Kardec e Amelie Boudet

Houve tempo em que a ciência positiva,
Na aridez de seu método ilusório,
Construía o castelo transitório
Da grande negação definitiva.

Tudo era matéria primitiva
No centro do seu “modus” vibratório,
Impressionando o mundo do sensório,
Na eterna vibração da força viva.

Mas Kardec abre as últimas cortinas
E sobre o mundo de cadaverinas,
Apresenta outra Luz gloriosa e forte.

Cai a muralha do materialismo.
E a fé raciocinada vence o abismo
Transpondo a escuridão da própria morte.

Augusto dos Anjos, psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier, em homenagem a Allan Kardec, em 3 de outubro de 1937.

Por Jose Valim

Meu nome é José Valim, tenho 80 anos, e o meu objetivo é a divulgação da Doutrina Espírita Cristã.

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