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  • A contrapergunta / the counter question

    O aprendiz, observando que o instrutor se ocupava em colaborar no preparo de ligeira refeição para os vários companheiros da comunidade em que, juntos, empregavam o tempo no estudo das verdades fundamentais da vida, aproxima-se e indaga surpreso:—Mas, o senhor … descascando batatas?! …O mentor sorri compreensivo e contrapergunta:—Filho, se nos falta a paciência e… Leia mais

  • A oferenda cristã / the christian offering

    Antigamente, a fé exibia nos templos as vísceras fumegantes dos animais mortos, quando não imolava o sangue humano para aliciar a simpatia dos gênios inferiores categorizados à conta de anjos e deuses, nos santuários primitivistas.Espetáculos deprimentes desdobravam-se diante do altar, gerando o temor e a superstição que orientavam a magia vulgar.Evoluída a fé, o incenso… Leia mais

  • Quadros da reencarnação / of the reincarnation

    Não ambiciones na lidaOs frutos da gleba alheia.Cada qual colhe na vidaApenas o que semeia. Espírito Casimiro Cunha.Livro Confia e Serve, psicografado por Chico Xavier. Verdade que não se alteraNo carma que acumulamos:Somente o bem nos liberaDo mal que já praticamos. Espírito Irthes Terezinha.Livro Confia e Serve, psicografado por Chico Xavier. Don’t be ambitious in… Leia mais

  • A grande vitória / the big win

    Reacendem-se os fogos da batalha.Chora de angústia o mundo miserando,Caim passa, de novo, dominandoA civilização que se estraçalha… As bastardas paixões gritam em bando,Misturando-se no coro da metralha,Tudo pavor e morte, sem que valhaA voz da fé no vórtice nefando. Sobre as filosofias dos compêndios.Há misérias, canhões, trevas, incêndios,Desventuras que o homem não socorre! Mas… Leia mais

  • Alterações na fé / Changes in faith

    “Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem”. – PAULO (Romanos, 12:21). Ante as questões de vivência no cotidiano, se consegues manter a fé em Deus e na imortalidade da alma, acima dos obstáculos em que se nos apuram as faculdades no campo da vida, pensa compadecidamente nos irmãos alterados,… Leia mais

  • No caminho / On the way

    Plantemos flores onde repontem, ameaçadores, espinheiros agrestes.Lancemos a mensagem do bem, onde o mal procura envolver situações, criaturas e coisas, estabelecendo aflições inúteis.Estendamos os recursos da amizade leal, onde a discórdia tente consolidar o escuro domínio que lhe é próprio.Auxiliemos com o nosso concurso irmão, onde a leviandade desajuda.Façamos da solidariedade a bandeira de nossa… Leia mais


Allan Kardec
HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL – ALLAN KARDEC
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER – CHICO XAVIER
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, mais conhecido como Bezerra de Menezes, foi um médico, militar, escritor, jornalista, político, filantropo, filósofo e expoente da Doutrina Espírita. Foi alcunhado como “O Médico dos Pobres”.
Nascimento: 29 de agosto de 1831,
Falecimento: 11 de abril de 1900
Cônjuge: Cândida Augusta (de 1865 a 1900), Maria Cândida de Lacerda (de 1858 a 1863)
Pais: Fabiana de Jesus Maria Bezerra, Antonio Bezerra de Menezes
Formação: Faculdade de Medicina – UFRJ (1851–1856)

Bezerra de Menezes
Cairbar Schutel

Cairbar Schutel, o Bandeirante do Espiritismo.
Nome completo: Cairbar de Souza Schutel.
Conhecido por propagar a Doutrina Espírita por meio de programas de rádio, de livros, do jornal O Clarim e da Revista Internacional de Espiritismo; e promover o progresso do município Matão, Estado de São Paulo.
Nascimento: 22 de setembro de 1868
Rio de Janeiro, Brasil.
Morte: 30 de janeiro de 1938 (69 anos)
Matão, São Paulo, Brasil.
Ocupação: escritor, editor, político, farmacêutico e filantropo.

Chico Xavier explicando:
Lembro-me de que, em 1931, numa de nossas reuniões habituais, vi a meu lado, pela primeira vez, o bondoso Espírito Emmanuel.
Eu psicografava, naquela época, as produções do primeiro livro mediúnico, recebido através de minhas humildes faculdades e experimentava os sintomas de grave moléstia dos olhos.
Via-lhe os traços fisionômicos de homem idoso, sentindo minha alma envolvida na suavidade de sua presença, mas o que mais me impressionava era que a generosa entidade se fazia visível para mim, dentro de reflexos luminosos que tinham a forma de uma cruz.
Às minhas perguntas naturais, respondeu o bondoso guia: —“Descansa! Quando te sentires mais forte, pretendo colaborar igualmente na difusão da filosofia espiritualista. Tenho seguido sempre os teus passos e só hoje me vês, na tua existência de agora, mas os nossos espíritos se encontram unidos pelos laços mais santos da vida e o sentimento afetivo que me impele para o teu coração tem suas raízes na noite profunda dos séculos”… Leia mais