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  • Quando puderes

    Quando conseguires ver a doença de quem odeia, a ambição dos que se desmandam pela posse; a febre dos que enlouquecem de paixão; a angústia dos desesperados que renegam a própria fé e a mágoa de quantos se desequilibram nos hábitos infelizes, não te sentirás com disposição de condenar a ninguém. Emmanuel, do livro Sinais… Leia mais

  • Parábola do cego que guia outro cego

    Porventura pode um cego guiar outro cego? Não cairão ambos no barranco? Lucas VI: 39.Sabes que os fariseus ouvindo o que disseste, ficaram escandalizados? Mas ele respondeu: Toda a planta que meu Pai Celestial não plantou será arrancada pela raiz. Deixai-os, são cegos guias de cegos. Se um cego guiar outro cego, cairão ambos no… Leia mais

  • Consciência

    O homem que havia dilapidado a vida de outro homem fugiu à correção da justiça, transportando-se para longe.Assentou moradia em outra região, mudou de nome, entregou-se a novos empreendimentos e buscou novas relações, mas, em pouco tempo, se reconheceu enfermo e abatido.Somente depois de longos tratamentos e dores inexplicáveis é que compreendeu que estava preso… Leia mais

  • Na hora da crítica

    Salientamos a necessidade de moderação e equilíbrio, ante os momentos menos felizes dos outros; entretanto, há ocasiões em que as baterias da crítica estão assestadas contra nós.Junto de amigos, quanto de opositores, ouvimos objurgatórias e reprimendas e, não raro, tombamos mentalmente em revolta ou depressão.Azedume e abatimento, porém, nada efetuam de construtivo. Em qualquer dificuldade,… Leia mais

  • Assunto em nós

    Não sofras porque outros lhe tragam desilusões.Aqueles que, porventura, nos perseguem, são ainda quais nós mesmos: acertam e erram.Sentimo-nos felizes quando somos compreendidos e desculpados.Aprendamos a entender e a tolerar igualmente.Se esperamos pelos outros para sermos auxiliados na solução de nossos problemas, é natural que os outros esperem também por nós. Emmanuel, do livro Sinais… Leia mais

  • Deus primeiro

    Caminharás, muitas vezes, no mundo, à maneira de barco no oceano revolto, sob a ameaça de soçobro, a cada momento; entretanto, pensa em Deus primeiro e encontrarás o equilíbrio que reina, inviolável, no seio dos elementos. Se a natureza parece descer à desordem, prenunciando catástrofe, não permitas que a tua palavra se converta em agente… Leia mais


Allan Kardec
HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL – ALLAN KARDEC
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER – CHICO XAVIER
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, mais conhecido como Bezerra de Menezes, foi um médico, militar, escritor, jornalista, político, filantropo, filósofo e expoente da Doutrina Espírita. Foi alcunhado como “O Médico dos Pobres”.
Nascimento: 29 de agosto de 1831,
Falecimento: 11 de abril de 1900
Cônjuge: Cândida Augusta (de 1865 a 1900), Maria Cândida de Lacerda (de 1858 a 1863)
Pais: Fabiana de Jesus Maria Bezerra, Antonio Bezerra de Menezes
Formação: Faculdade de Medicina – UFRJ (1851–1856)

Biografia de Bezerra de Menezes

Bezerra de Menezes
Cairbar Schutel

Cairbar Schutel, o Bandeirante do Espiritismo.
Nome completo: Cairbar de Souza Schutel.
Conhecido por propagar a Doutrina Espírita por meio de programas de rádio, de livros, do jornal O Clarim e da Revista Internacional de Espiritismo; e promover o progresso do município Matão, Estado de São Paulo.
Nascimento: 22 de setembro de 1868
Rio de Janeiro, Brasil.
Morte: 30 de janeiro de 1938 (69 anos)
Matão, São Paulo, Brasil.
Ocupação: escritor, editor, político, farmacêutico e filantropo.

Biografia de Cairbar Schutel

Chico Xavier explicando:
Lembro-me de que, em 1931, numa de nossas reuniões habituais, vi a meu lado, pela primeira vez, o bondoso Espírito Emmanuel.
Eu psicografava, naquela época, as produções do primeiro livro mediúnico, recebido através de minhas humildes faculdades e experimentava os sintomas de grave moléstia dos olhos.
Via-lhe os traços fisionômicos de homem idoso, sentindo minha alma envolvida na suavidade de sua presença, mas o que mais me impressionava era que a generosa entidade se fazia visível para mim, dentro de reflexos luminosos que tinham a forma de uma cruz.
Às minhas perguntas naturais, respondeu o bondoso guia: —“Descansa! Quando te sentires mais forte, pretendo colaborar igualmente na difusão da filosofia espiritualista. Tenho seguido sempre os teus passos e só hoje me vês, na tua existência de agora, mas os nossos espíritos se encontram unidos pelos laços mais santos da vida e o sentimento afetivo que me impele para o teu coração tem suas raízes na noite profunda dos séculos”… Leia mais