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  • Há um século

    Allan Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita, naquela triste manhã de abril de 1860, estava exausto, acabrunhado. Fazia frio.Muito embora a consolidação da Sociedade Espírita de Paris e a promissora venda de livros, escasseava o dinheiro para a obra gigantesca que os Espíritos Superiores lhe haviam colocado nas mãos.A pressão aumentava…Missivas sarcásticas avolumavam-se à mesa.Quando… Leia mais

  • Além do sono

    A nossa reunião na noite de 17 de fevereiro de 1955 foi assinalada por verdadeiro regozijo. É que, através dos recursos psicofônicos do médium, nosso grupo recebeu pela primeira vez a palavra direta do Instrutor Espiritual Calderaro (1), cuja presença nos sensibilizou muitíssimo. Em sua alocução aborda alguns apontamentos alusivos à nossa conduta espiritual durante… Leia mais

  • Vida e morte

    A vida é luz, doação, alegria e movimento.A morte é sombra, egoísmo, desalento e inércia.Analisa as forças vivas que te rodeiam e observarás a natureza a desfazer-se em cânticos de trabalho e de amor, assegurando-te bem-estar.É a árvore a crescer na produção intensiva, o manancial em atividade constante para garantir-te a existência, a atmosfera a… Leia mais

  • Caminho novo

    De tudo ficaram três coisas…A certeza de que estamos começando…A certeza de que é preciso continuar…A certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar… Façamos da interrupção um caminho novo…Da queda, um passo de dança…Do medo, uma escada…Do sonho, uma ponte…Da procura, um encontro! Fernando Sabino, em “O Encontro Marcado”. Ed. Record, Ed. 68ª,… Leia mais

  • Definição

    Disse alguém que a permanência na Terra é semelhante a um baile de máscaras, em que alguns entram, enquanto outros saem. Para mim, no entanto, que me consagrei ao teatro na última romagem por aí, suponho mais razoável a comparação do mundo a velho e sempre novo cenário, onde representamos nossos papéis, ensaiando para exercer… Leia mais

  • Tua prosperidade

    Tua prosperidade não transparece unicamente da face material do teu dinheiro, das tuas posses, da tua casa, dos teus bens. Ela se compõe das experiências que ajuntaste, de alma transida, ante as incompreensões que te cercaram as horas. Formam-se dos conhecimentos nobilitantes que amealhaste pelo estudo perseverante com que te habilitas ao privilégio de minorar… Leia mais


Allan Kardec
HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL – ALLAN KARDEC
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER – CHICO XAVIER
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, mais conhecido como Bezerra de Menezes, foi um médico, militar, escritor, jornalista, político, filantropo, filósofo e expoente da Doutrina Espírita. Foi alcunhado como “O Médico dos Pobres”.
Nascimento: 29 de agosto de 1831,
Falecimento: 11 de abril de 1900
Cônjuge: Cândida Augusta (de 1865 a 1900), Maria Cândida de Lacerda (de 1858 a 1863)
Pais: Fabiana de Jesus Maria Bezerra, Antonio Bezerra de Menezes
Formação: Faculdade de Medicina – UFRJ (1851–1856)

Biografia de Bezerra de Menezes

Bezerra de Menezes
Cairbar Schutel

Cairbar Schutel, o Bandeirante do Espiritismo.
Nome completo: Cairbar de Souza Schutel.
Conhecido por propagar a Doutrina Espírita por meio de programas de rádio, de livros, do jornal O Clarim e da Revista Internacional de Espiritismo; e promover o progresso do município Matão, Estado de São Paulo.
Nascimento: 22 de setembro de 1868
Rio de Janeiro, Brasil.
Morte: 30 de janeiro de 1938 (69 anos)
Matão, São Paulo, Brasil.
Ocupação: escritor, editor, político, farmacêutico e filantropo.

Biografia de Cairbar Schutel

Chico Xavier explicando:
Lembro-me de que, em 1931, numa de nossas reuniões habituais, vi a meu lado, pela primeira vez, o bondoso Espírito Emmanuel.
Eu psicografava, naquela época, as produções do primeiro livro mediúnico, recebido através de minhas humildes faculdades e experimentava os sintomas de grave moléstia dos olhos.
Via-lhe os traços fisionômicos de homem idoso, sentindo minha alma envolvida na suavidade de sua presença, mas o que mais me impressionava era que a generosa entidade se fazia visível para mim, dentro de reflexos luminosos que tinham a forma de uma cruz.
Às minhas perguntas naturais, respondeu o bondoso guia: —“Descansa! Quando te sentires mais forte, pretendo colaborar igualmente na difusão da filosofia espiritualista. Tenho seguido sempre os teus passos e só hoje me vês, na tua existência de agora, mas os nossos espíritos se encontram unidos pelos laços mais santos da vida e o sentimento afetivo que me impele para o teu coração tem suas raízes na noite profunda dos séculos”… Leia mais