Início

  • Sinais de rumo

    As perguntas chegam até nós tão confiantemente vestidas de sinceridade que não seria justo desconhecê-las.De que modo se conquista a tranquilidade, no Mais Além? Como desvencilhar-se a criatura das paixões que, por vezes, lhe agrilhoam o espírito às dificuldades terrestres? Qual a senda justa em que a infância possa ser conduzida a futuro melhor? Em… Leia mais

  • Companheiros

    Alguém projetou o fel da calúnia sobre o teu nome?Esquece e caminha.Muitas vezes, o coração do amigo é ainda frágil e cede ao primeiro impulso da arrasadora ventania do mal.Alguém escarnece de teu esforço?Despreocupa-te e age fraternalmente.Não é possível improvisar em alguns minutos o entendimento justo como respeito às realizações respeitáveis que nos felicitam o… Leia mais

  • Pequeninos de hoje

    No mundo, resguardamos zelosamente livros e pergaminhos, empilhando compêndios e documentações em largas bibliotecas, que são cofres fortes do pensamento. Preservamos tesouros artísticos de outras eras, em museus que se fazem riquezas de avaliações inapreciáveis. Perfeitamente compreensível que assim seja. A educação não prescinde da consulta ao passado.Acautelamos a existência de rebanhos e plantações contra… Leia mais

  • No grande adeus

    O vaso impassível nada pode informar, quanto à destinação do perfume. Cerraste os olhos dos entes amados, orvalhando-lhes o rosto inerte com as lágrimas que te corriam da ternura despedaçada, e inquiriste, sem palavras, para onde se dirigiam no grande silêncio.Disseste adeus, procurando debalde aquecer-lhes as mãos frias, desfalecentes nas tuas, e colaste neles o… Leia mais

  • Nós todos

    Espíritos imperfeitos!No círculo das paixões que se agitam na Terra, somos nós todos. Abriste a outrem o túnel da paciência e não te furtaste ao desespero, quando o tempo te trouxe o dia da prova.Receitaste heroísmo ao companheiro dilacerado e acolheste a revolta, quando te beliscaram a pele.Pregaste desinteresse aos que ajuntaram alguns vinténs e… Leia mais

  • As varas e a videira

    “Eu sou a videira, vós as varas.” — Jesus. João: 15: 5. Jesus é o bem e o amor do princípio. Todas as noções generosas da Humanidade nasceram de sua divina influenciação. Com justiça, asseverou aos discípulos, nesta passagem do Evangelho de João, que seu espírito sublime representa a árvore da vida e seus seguidores… Leia mais


Allan Kardec
HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL – ALLAN KARDEC
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER – CHICO XAVIER
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, mais conhecido como Bezerra de Menezes, foi um médico, militar, escritor, jornalista, político, filantropo, filósofo e expoente da Doutrina Espírita. Foi alcunhado como “O Médico dos Pobres”.
Nascimento: 29 de agosto de 1831,
Falecimento: 11 de abril de 1900
Cônjuge: Cândida Augusta (de 1865 a 1900), Maria Cândida de Lacerda (de 1858 a 1863)
Pais: Fabiana de Jesus Maria Bezerra, Antonio Bezerra de Menezes
Formação: Faculdade de Medicina – UFRJ (1851–1856)

Biografia de Bezerra de Menezes

Bezerra de Menezes
Cairbar Schutel

Cairbar Schutel, o Bandeirante do Espiritismo.
Nome completo: Cairbar de Souza Schutel.
Conhecido por propagar a Doutrina Espírita por meio de programas de rádio, de livros, do jornal O Clarim e da Revista Internacional de Espiritismo; e promover o progresso do município Matão, Estado de São Paulo.
Nascimento: 22 de setembro de 1868
Rio de Janeiro, Brasil.
Morte: 30 de janeiro de 1938 (69 anos)
Matão, São Paulo, Brasil.
Ocupação: escritor, editor, político, farmacêutico e filantropo.

Biografia de Cairbar Schutel

Chico Xavier explicando:
Lembro-me de que, em 1931, numa de nossas reuniões habituais, vi a meu lado, pela primeira vez, o bondoso Espírito Emmanuel.
Eu psicografava, naquela época, as produções do primeiro livro mediúnico, recebido através de minhas humildes faculdades e experimentava os sintomas de grave moléstia dos olhos.
Via-lhe os traços fisionômicos de homem idoso, sentindo minha alma envolvida na suavidade de sua presença, mas o que mais me impressionava era que a generosa entidade se fazia visível para mim, dentro de reflexos luminosos que tinham a forma de uma cruz.
Às minhas perguntas naturais, respondeu o bondoso guia: —“Descansa! Quando te sentires mais forte, pretendo colaborar igualmente na difusão da filosofia espiritualista. Tenho seguido sempre os teus passos e só hoje me vês, na tua existência de agora, mas os nossos espíritos se encontram unidos pelos laços mais santos da vida e o sentimento afetivo que me impele para o teu coração tem suas raízes na noite profunda dos séculos”… Leia mais