Diante de um Perigo

34. Através dos perigos que enfrentamos, Deus nos lembra a nossa fragilidade e a condição efêmera da nossa existência. Ele nos mostra que a nossa vida está nas Suas mãos, ligadas por um fio, que pode romper-se no momento exato em que menos o esperamos. Ninguém é privilegiado, pois, grandes e pequenos, estão todos submetidos às mesmas condições. Se examinarmos a natureza e as consequências do perigo, veremos que, frequentemente, essas consequências, caso se verificassem, teriam sido a punição de uma falta ou de um dever não cumprido:
35. Deus Todo Poderoso, e vós, meu Anjo Guardião, socorrei-me! Se devo sucumbir, que se faça a vontade de Deus! Se for salvo, que possa reparar o mal praticado e do qual me arrependo!

AO ESCAPAR DE UM PERIGO

36. Pelo perigo que passamos, Deus nos mostra que, de um momento para outro, podemos ser chamados a prestar contas do emprego que demos à nossa vida. Adverte-nos, assim, que devemos examinar-nos e emendar-nos:
37. Meu Deus, e vós, meu Anjo Guardião, agradeço-vos pelo socorro que me destes no perigo que me ameaçou. Que esse perigo seja uma advertência para mim, e que me esclareça sobre os motivos que o atraíram para a minha vida. Compreendo, Senhor, que ela está em Vossas mãos, e que podeis retirá-la quando quiserdes. Inspirai-me, través dos Bons Espíritos que me assistem, a ideia de bem empregar o tempo que me concedestes neste mundo! Meu Anjo Guardião, sustentai-me na decisão de corrigir os meus erros e fazer todo o bem que estiver ao meu alcance, a fim de chegar ao mundo dos Espíritos com menos imperfeições, quando aprouver a Deus me chamar!

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Senda de paz

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