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  • A ironia e a Verdade

    Nas grandes obras, nunca falta a ironia, em derredor dos servidores da Verdade Eterna. E, para confortar os seus seguidores, suportou-a Jesus, heroicamente, no extremo testemunho. Amara a todas as criaturas de seu caminho, com igual devotamento, servira-as, indistintamente, entregando-lhes os bens de Deus, sem retribuição, exemplificara a simplicidade fiel e multiplicara os beneficiários de… Leia mais

  • Comunguemos com o Cristo

    Divina é a seara de luz que a mediunidade sustenta no campo das mais belas convicções. Esse vê as entidades espirituais e transmite aos companheiros notícias de um mundo diferente, induzindo-os à esperança… Aquele escuta vozes de outra Esfera e consegue ascender novas claridades no caminho dos irmãos que se perderam na sombra da indiferença…… Leia mais

  • Construção

    Em assuntos alusivos à edificação do Reino de Deus em nós, não nos esqueçamos dos requisitos essenciais em qualquer construção terrestre.Qualquer obra simples, no Plano Físico, para que se levante, exige planejamento, serviço e ordem.Planejamento que inclui diretiva e orientação.Serviço que se define por atividade e dever.Ordem que expresse cooperação e ajustamento.Em suma, a disciplina… Leia mais

  • Aprendamos servindo

    Onde estiveres, faze claridade em ti mesmo, para que as trevas desçam de nível.Só a luz desintegrará, na Terra, as cristalizações da sombra, em que a ignorância e a penúria tecem ninho à inquietação e ao sofrimento.Não te encarceres, porém, na feição unilateral do grande problema.Educação, em boa síntese, é luz que circula vitoriosa do… Leia mais

  • Um céptico

    Ainda não me encontro bastante desapegado desse mundo para que não me sentisse tentado a voltar a ele, no dia que assinalou o meu desprendimento da carcaça de ossos.Se o vinte e sete de outubro marcou o meu ingresso no reino das sombras, que é a vida daí, o cinco de dezembro representou a minha… Leia mais

  • No grupo espírita

    “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles”. Jesus. Mateus: 18:20. Compreendendo-se que cada obreiro da seara espírita-cristã se incube de tarefa específica, é forçoso indagar, de quando em quando, a nós mesmos, o que somos, no grupo de trabalho a que pertencemos:Uma chave de solução nos obstáculos… Leia mais


Allan Kardec
HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL – ALLAN KARDEC
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER – CHICO XAVIER
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, mais conhecido como Bezerra de Menezes, foi um médico, militar, escritor, jornalista, político, filantropo, filósofo e expoente da Doutrina Espírita. Foi alcunhado como “O Médico dos Pobres”.
Nascimento: 29 de agosto de 1831,
Falecimento: 11 de abril de 1900
Cônjuge: Cândida Augusta (de 1865 a 1900), Maria Cândida de Lacerda (de 1858 a 1863)
Pais: Fabiana de Jesus Maria Bezerra, Antonio Bezerra de Menezes
Formação: Faculdade de Medicina – UFRJ (1851–1856)

Biografia de Bezerra de Menezes

Bezerra de Menezes
Cairbar Schutel

Cairbar Schutel, o Bandeirante do Espiritismo.
Nome completo: Cairbar de Souza Schutel.
Conhecido por propagar a Doutrina Espírita por meio de programas de rádio, de livros, do jornal O Clarim e da Revista Internacional de Espiritismo; e promover o progresso do município Matão, Estado de São Paulo.
Nascimento: 22 de setembro de 1868
Rio de Janeiro, Brasil.
Morte: 30 de janeiro de 1938 (69 anos)
Matão, São Paulo, Brasil.
Ocupação: escritor, editor, político, farmacêutico e filantropo.

Biografia de Cairbar Schutel

Chico Xavier explicando:
Lembro-me de que, em 1931, numa de nossas reuniões habituais, vi a meu lado, pela primeira vez, o bondoso Espírito Emmanuel.
Eu psicografava, naquela época, as produções do primeiro livro mediúnico, recebido através de minhas humildes faculdades e experimentava os sintomas de grave moléstia dos olhos.
Via-lhe os traços fisionômicos de homem idoso, sentindo minha alma envolvida na suavidade de sua presença, mas o que mais me impressionava era que a generosa entidade se fazia visível para mim, dentro de reflexos luminosos que tinham a forma de uma cruz.
Às minhas perguntas naturais, respondeu o bondoso guia: —“Descansa! Quando te sentires mais forte, pretendo colaborar igualmente na difusão da filosofia espiritualista. Tenho seguido sempre os teus passos e só hoje me vês, na tua existência de agora, mas os nossos espíritos se encontram unidos pelos laços mais santos da vida e o sentimento afetivo que me impele para o teu coração tem suas raízes na noite profunda dos séculos”… Leia mais