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  • Dinheiro

    O dinheiro não é luz, mas sustenta a lâmpada. Não é a paz, no entanto, é um companheiro para que se possa obtê-la. Não é o calor, contudo, adquire agasalho. Não é o poder da fé, mas alimenta a esperança. Não é amor, entretanto, é capaz de erguer-se por valioso ingrediente na proteção afetiva. Não… Leia mais

  • Imperfeição e serviço

    Nossa reunião para os deveres da assistência foi precedida de comentários sobre os problemas da imperfeição humana em relação ao serviço espiritual. Explanávamos sobre erros e lutas, esforços e fracassos em nossos caminhos de tarefeiros da Doutrina Espírita, quando fomos convidados aos estudos e preces programados.O Evangelho Segundo o Espiritismo nos trouxe a exame o… Leia mais

  • Amas o bastante?

    “Perguntou-lhe terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me?” — João 21: 17. Aos aprendizes menos avisados é estranhável que Jesus houvesse indagado do apóstolo, por três vezes, quanto à segurança de seu amor.O próprio Simão Pedro, ouvindo a interrogação repetida, entristecera-se, supondo que o Mestre suspeitasse de seus sentimentos mais íntimos.Contudo, o ensinamento é mais… Leia mais

  • Influência espírita

    Ninguém dá unicamente aquilo que entrega ou cede, a benefício dos semelhantes. Cada criatura, através de leis inalienáveis que governam a vida, é obrigada a dar de si própria, nas situações essenciais do cotidiano, como sejam:no pensamento;na palavra;no gesto;no lar;na comunidade;na profissão;no trabalho;na tarefa;no negócio;na saúde;na doença;na administração;na subalternidade.Em ação espírita, somos compreensivelmente chamados a… Leia mais

  • Fácil e difícil

    Fácil amontoar.Difícil distribuir. Fácil falar.Difícil fazer. Fácil arrasar.Difícil construir. Fácil reprovar.Difícil compreender. Fácil acomodar.Difícil realizar. Fácil ganhar.Difícil ceder. Fácil crer.Difícil discernir. Fácil ensinar.Difícil exemplificar. Fácil sofrer.Difícil aproveitar. Qualquer pessoa, de qualquer condição, pode fazer o que é fácil; entretanto, efetuar o que é difícil pede noção de responsabilidade e burilamento íntimo. É por esse motivo… Leia mais

  • Tópicos da meditação

    Através de nossas meditações e de nossas preces, os benfeitores da Vida Maior estão orientando os nossos passos, com referência ao futuro. Confiemos no amparo de Jesus, hoje e sempre. Quanto mais se nos estenda o esforço da prática no bem, puro e simples, com a abolição de todas as preocupações desnecessárias, mais se nos… Leia mais


Allan Kardec
HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL – ALLAN KARDEC
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER – CHICO XAVIER
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, mais conhecido como Bezerra de Menezes, foi um médico, militar, escritor, jornalista, político, filantropo, filósofo e expoente da Doutrina Espírita. Foi alcunhado como “O Médico dos Pobres”.
Nascimento: 29 de agosto de 1831,
Falecimento: 11 de abril de 1900
Cônjuge: Cândida Augusta (de 1865 a 1900), Maria Cândida de Lacerda (de 1858 a 1863)
Pais: Fabiana de Jesus Maria Bezerra, Antonio Bezerra de Menezes
Formação: Faculdade de Medicina – UFRJ (1851–1856)

Biografia de Bezerra de Menezes

Bezerra de Menezes
Cairbar Schutel

Cairbar Schutel, o Bandeirante do Espiritismo.
Nome completo: Cairbar de Souza Schutel.
Conhecido por propagar a Doutrina Espírita por meio de programas de rádio, de livros, do jornal O Clarim e da Revista Internacional de Espiritismo; e promover o progresso do município Matão, Estado de São Paulo.
Nascimento: 22 de setembro de 1868
Rio de Janeiro, Brasil.
Morte: 30 de janeiro de 1938 (69 anos)
Matão, São Paulo, Brasil.
Ocupação: escritor, editor, político, farmacêutico e filantropo.

Biografia de Cairbar Schutel

Chico Xavier explicando:
Lembro-me de que, em 1931, numa de nossas reuniões habituais, vi a meu lado, pela primeira vez, o bondoso Espírito Emmanuel.
Eu psicografava, naquela época, as produções do primeiro livro mediúnico, recebido através de minhas humildes faculdades e experimentava os sintomas de grave moléstia dos olhos.
Via-lhe os traços fisionômicos de homem idoso, sentindo minha alma envolvida na suavidade de sua presença, mas o que mais me impressionava era que a generosa entidade se fazia visível para mim, dentro de reflexos luminosos que tinham a forma de uma cruz.
Às minhas perguntas naturais, respondeu o bondoso guia: —“Descansa! Quando te sentires mais forte, pretendo colaborar igualmente na difusão da filosofia espiritualista. Tenho seguido sempre os teus passos e só hoje me vês, na tua existência de agora, mas os nossos espíritos se encontram unidos pelos laços mais santos da vida e o sentimento afetivo que me impele para o teu coração tem suas raízes na noite profunda dos séculos”… Leia mais