POSTAGENS
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Nosso Irmão
Quem surge é de nosso trato? Pelo sim ou pelo não, Saibamos, de imediato, Que esse alguém é nosso irmão. Chico Xavier/Pedro Nunes, em Seara da Fé Leia mais
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Serve e Prossegue
Serve e prossegue. Não temas.A lei maior é servir.Quem luta em muitos problemasNão tem meios de cair. Pedra, ofensa, prova, cruz?Esquece-te no perdão.Quanto mais amor, mais luz,Mais Jesus no coração. Chico Xavier/Casimiro Cunha no Livro Sinais de Rumo Leia mais
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Nobre Casal
Nobre casal em missão,Na qual o amor predomina,Não conhece tentação,Nem cansaço, nem rotina. Chico Xavier/Sylvio Fontourano Livro Humorismo no Além Leia mais
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Instrução do Destino
Seja onde for que se ande,Vê-se a instrução do destino:Quem queira tornar-se grandeQue se faça pequenino. Chico Xavier/Nilo Aparecida Pintodo Livro Humorismo no Além Leia mais
Personagens do Espiritismo

Bezerra de Menezes
Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, mais conhecido como Bezerra de Menezes, foi um médico, militar, escritor, jornalista, político, filantropo, filósofo e expoente da Doutrina Espírita. Foi alcunhado como “O Médico dos Pobres”.
Nascimento: 29 de agosto de 1831,
Falecimento: 11 de abril de 1900
Cônjuge: Cândida Augusta (de 1865 a 1900), Maria Cândida de Lacerda (de 1858 a 1863)
Pais: Fabiana de Jesus Maria Bezerra, Antonio Bezerra de Menezes
Formação: Faculdade de Medicina – UFRJ (1851–1856)


Cairbar Schutel
Cairbar Schutel, o Bandeirante do Espiritismo.
Nome completo: Cairbar de Souza Schutel.
Conhecido por propagar a Doutrina Espírita por meio de programas de rádio, de livros, do jornal O Clarim e da Revista Internacional de Espiritismo; e promover o progresso do município Matão, Estado de São Paulo.
Nascimento: 22 de setembro de 1868
Rio de Janeiro, Brasil.
Morte: 30 de janeiro de 1938 (69 anos)
Matão, São Paulo, Brasil.
Ocupação: escritor, editor, político, farmacêutico e filantropo.
Emmanuel
Chico Xavier explicando:
Lembro-me de que, em 1931, numa de nossas reuniões habituais, vi a meu lado, pela primeira vez, o bondoso Espírito Emmanuel.
Eu psicografava, naquela época, as produções do primeiro livro mediúnico, recebido através de minhas humildes faculdades e experimentava os sintomas de grave moléstia dos olhos.
Via-lhe os traços fisionômicos de homem idoso, sentindo minha alma envolvida na suavidade de sua presença, mas o que mais me impressionava era que a generosa entidade se fazia visível para mim, dentro de reflexos luminosos que tinham a forma de uma cruz.
Às minhas perguntas naturais, respondeu o bondoso guia: —“Descansa! Quando te sentires mais forte, pretendo colaborar igualmente na difusão da filosofia espiritualista. Tenho seguido sempre os teus passos e só hoje me vês, na tua existência de agora, mas os nossos espíritos se encontram unidos pelos laços mais santos da vida e o sentimento afetivo que me impele para o teu coração tem suas raízes na noite profunda dos séculos”… Leia mais


