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  • O Dr. Xavier, sobre diversas questões psicofisiológicas

    Um médico de grande talento, que designaremos pelo nome de Xavier, morto há alguns meses, e que muito se ocupou com o Magnetismo, havia deixado um manuscrito destinado, pensava ele, a fazer uma revolução na ciência. Antes de morrer, havia lido O Livro dos Espíritos e desejado pôr-se em relação com o autor. A doença,… Leia mais

  • Caridade entre nós

    A Doutrina Espírita no amparo do Cristo de Deus é o campo de serviço, a que somos chamados para agir em Seu Nome. Compreendemos que todos comparecemos ao engajamento, tais quais são e como estamos: – em dívida ou em luta, carregando o fardo de nossas imperfeições e conflitos. E, unicamente trabalhando, encontraremos o desgaste… Leia mais

  • Robinson Crusoé Espírita continuação

    Na Revista Espírita de março de 1867 citamos algumas passagens das aventuras de Robinson Crusoé, tiradas de um pensamento evidentemente espírita. Devemos à gentileza de um dos nossos correspondentes de Antuérpia o conhecimento do complemento dessa história, na qual os princípios do Espiritismo são expressos e afirmados de maneira bem mais explícita e não se… Leia mais

  • Robinson Crusoé Espírita

    Quem suspeitaria que o inocente livro de Robinson Crusoé fosse marcado pelos princípios do Espiritismo, e que a juventude, em cujas mãos o põem sem desconfiança, aí pudesse colher a doutrina doentia da existência dos Espíritos? Nós mesmos o ignoraríamos ainda, se um dos nossos assinantes não nos tivesse assinalado as passagens seguintes, que se… Leia mais

  • Punição de um ateu

    “Viagem pitoresca e sentimental ao Campo de Repouso de Montmartre e do Père-Lachaise, por Ans. Caillot, autor da Enciclopédia das Jovens, e das Novas Lições Elementares da História de França.” Tal é o título de um livro publicado em Paris em 1808, e que hoje deve ser muito raro. O autor, depois de historiar e… Leia mais

  • Atmosfera Espiritual

    O Espiritismo nos ensina que os Espíritos constituem a população invisível do globo, estão no espaço e entre nós, vendo-nos e nos acotovelando incessantemente, de tal sorte que, quando nos julgamos sós, temos constantemente testemunhas secretas de nossas ações e de nossos pensamentos. Isto pode parecer constrangedor para certas pessoas, mas desde que assim é,… Leia mais


Allan Kardec
HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL – ALLAN KARDEC
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER – CHICO XAVIER
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, mais conhecido como Bezerra de Menezes, foi um médico, militar, escritor, jornalista, político, filantropo, filósofo e expoente da Doutrina Espírita. Foi alcunhado como “O Médico dos Pobres”.
Nascimento: 29 de agosto de 1831,
Falecimento: 11 de abril de 1900
Cônjuge: Cândida Augusta (de 1865 a 1900), Maria Cândida de Lacerda (de 1858 a 1863)
Pais: Fabiana de Jesus Maria Bezerra, Antonio Bezerra de Menezes
Formação: Faculdade de Medicina – UFRJ (1851–1856)

Bezerra de Menezes
Cairbar Schutel

Cairbar Schutel, o Bandeirante do Espiritismo.
Nome completo: Cairbar de Souza Schutel.
Conhecido por propagar a Doutrina Espírita por meio de programas de rádio, de livros, do jornal O Clarim e da Revista Internacional de Espiritismo; e promover o progresso do município Matão, Estado de São Paulo.
Nascimento: 22 de setembro de 1868
Rio de Janeiro, Brasil.
Morte: 30 de janeiro de 1938 (69 anos)
Matão, São Paulo, Brasil.
Ocupação: escritor, editor, político, farmacêutico e filantropo.

Chico Xavier explicando:
Lembro-me de que, em 1931, numa de nossas reuniões habituais, vi a meu lado, pela primeira vez, o bondoso Espírito Emmanuel.
Eu psicografava, naquela época, as produções do primeiro livro mediúnico, recebido através de minhas humildes faculdades e experimentava os sintomas de grave moléstia dos olhos.
Via-lhe os traços fisionômicos de homem idoso, sentindo minha alma envolvida na suavidade de sua presença, mas o que mais me impressionava era que a generosa entidade se fazia visível para mim, dentro de reflexos luminosos que tinham a forma de uma cruz.
Às minhas perguntas naturais, respondeu o bondoso guia: —“Descansa! Quando te sentires mais forte, pretendo colaborar igualmente na difusão da filosofia espiritualista. Tenho seguido sempre os teus passos e só hoje me vês, na tua existência de agora, mas os nossos espíritos se encontram unidos pelos laços mais santos da vida e o sentimento afetivo que me impele para o teu coração tem suas raízes na noite profunda dos séculos”… Leia mais