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Misericórdia sempre

Conta-se que Jesus, após haver lançado a parábola do Bom Samaritano, entraram os apóstolos no exame da conduta dos personagens da narrativa.
E porque traçassem fulminativas reprovações, em torno de alguns deles, o Cristo prosseguiu no ensinamento para lá do contato público:
—Em verdade, – acentuou o Mestre, – referindo-nos ao próximo, ante as indagações do doutor da Lei, à frente do povo, a lição de misericórdia tem raízes profundas.
Quem passasse irradiando amor na estrada, onde o viajante generoso testemunhou a solidariedade, encontraria mais amplos motivos para compreender e auxiliar.
Além do homem ferido e arrojado ao pó claramente necessitado de socorro, teria cuidado de apiedar-se do sacerdote e do levita, mergulhados na obsessão do egoísmo e carecentes de compaixão; simpatizar-se-ia com o hoteleiro, endereçando-lhe pensamentos de bondade que o sustentassem no exercício da profissão; compadecer-se-ia dos malfeitores, orando por eles, a fim de que se refizessem, perante as leis da vida, e, tanto quanto possível ampararia a vítima dos ladrões, estendendo igualmente as mãos operosas e amigas ao samaritano da caridade, para que se lhe não esmorecessem as energias nas tarefas do bem.
E diante dos companheiros surpreendidos o Mestre rematou:
—Para Deus, todos somos filhos abençoados e eternos, mas enquanto a misericórdia não se nos fixar nos domínios do coração, em verdade não teremos atingido o caminho da paz e o reino do amor.

Emmanuel, do Livro Coragem, psicografia de Chico Xavier

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Endereço exato

Anseias avidamente pelo socorro de Deus.
A oração te fortalece na procura.
A pregação de vozes iluminadas te orienta para o caminho.
Os Mensageiros do Senhor, no entanto, atendem a todos nas Áreas da Caridade.
Auxiliando a outros, obterás igualmente auxílio.
É por esta razão que no Serviço ao Próximo encontrarás sempre o endereço exato do Socorro Mais Urgente de Deus.

Anseias avidamente pelo socorro de Deus.
A oração te fortalece na procura.
A pregação de vozes iluminadas te orienta para o caminho.
Os Mensageiros do Senhor, no entanto, atendem a todos nas Áreas da Caridade.
Auxiliando a outros, obterás igualmente auxílio.
É por esta razão que no Serviço ao Próximo encontrarás sempre o endereço exato do Socorro Mais Urgente de Deus.

Emmanuel, do Livro de Respostas, psicografia de Chico Xavier

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NO TE DEJES ABATIR

Rincon Espírita

Queridos amigos, hola buenas tardes, es fin de semana y pese a que estamos confinados, no lo están nuestros corazones, ellos tienen la capacidad de sentir amor pese a las distancias, es ese sentir el que nos hace ver a los seres amados mentalmente y abrazarlos espiritualmente, por eso no nos entristezcamos, todo lo contrario sigamos emitiendo esas vibraciones y sentimientos para ellos, incluso para los que se fueron al otro lado de la vida, ellos tambien reciben esas emanaciones salidas desde el fondo de nuestro corazón…
vnbgutiaaa

NO TE DEJES ABATIR

 
No te dejes abatir por los problemas.
Procura convencerte de que estás bien, vas a terminar creyendo que realmente lo estás y cuando menos percibir vas a sentirte realmente bien.
El buen humor, así como el mal humor, es’ contagiante.
 
¿Cuál de los dos prefieres escoger?
 
Si estas de buen humor, las personas a tu alrededor…

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Você e nós

Espíritos eternos, estamos hoje no ponto exato da evolução para o qual nos preparamos, com os recursos mais adequados à solução de nossos problemas e tarefas, segundo os compromissos que abraçamos, seja no campo do progresso necessário ou na esfera da provação retificadora.
Achamo-nos com os melhores familiares e com os melhores companheiros que a lei do merecimento nos atribui.
À vista disso, permaneçamos convencidos de que a base de nossa tranquilidade reside na integridade da consciência; compreendamos que todas as afeições-problemas em nossa trilha de agora constituem débitos de existências passadas, que nos compete ressarcir, e que todas as facilidades que já nos enriquecem a estrada são instrumentos que o Senhor nos empresta, a fim de utilizarmos a vontade própria, na construção de mais ampla felicidade porvindoura e entendamos que a vida nos devolve aquilo que lhe damos.
Na posse de semelhantes instruções, valorizemos o tempo, para que o tempo nos valorize e permaneçamos em equilíbrio sem afetar aquilo que não somos, em matéria de elevação, conquanto reconhecendo a necessidade de aperfeiçoar-nos sempre.
Se errarmos, estejamos decididos à corrigenda, agindo com sinceridade e trabalhando fielmente para isso.
Você e nós estejamos convencidos, diante da Providência Divina, que possuímos infinitas possibilidades de reajuste, aprimoramento, ação ou ascensão e que depende, tão somente de nós, melhorar ou agravar, iluminar ou obscurecer as nossas situações e caminhos.

André Luiz, do livro Coragem, psicografia de Chico Xavier

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Ante o Divino Mestre

Senhor Jesus!
Grandes reformadores da vida religiosa passaram no mundo antes de ti.
Sacerdotes chineses e hindus, persas e egípcios, gregos e judeus referiam-se à Lei, traçando diferentes caminhos às cogitações humanas.
Um dos maiores de todos, Moisés, viveu entre príncipes da ciência, fez-se condutor de multidões, plasmou sagrados princípios de justiça e, após sofrer as vicissitudes de sua época, expirou no monte Nebo, contemplando a gleba farta que prometera ao seu povo.
Outro Senhor, o grande Sidarta, converteu-se em arrimo dos penitentes da Terra, ensinando a compaixão, depois de renunciar, ele próprio, o Bem-aventurado, às alegrias do seu palácio, para morrer, em seguida a sublimes testemunhos de simplicidade e de amor, entre flores de Kucinagara ou Kushinagar…
Todos eles passaram, induzindo os homens à solidariedade e ao dever, exalçando o coração e purificando a inteligência.
Profetas hebreus numerosos antecederam-Te os passos, esboçando o roteiro da luz… Alguns deles encontraram o escárnio e a flagelação em lutas enormes, confinadas, porém, ao âmbito particular do povo a que serviam.
Nenhum, no entanto, acendeu tantos conflitos com o mandato de que se faziam intérpretes, quando confrontados contigo, a quem se negou um lar para nascer.
Por onde passaste extremavam-se as paixões.
Contrapondo-se ao carinho que Te consagravam as almas simples de Cafarnaum, recebeste o ódio gratuito dos espíritos calculistas de Jerusalém.
Em Tua entrada, aglutinaram-se a fraqueza e a ingratidão, a crueldade e a secura, tecendo a rede de trevas na qual Te conduziram à cruz entre malfeitores.
Em oposição à tranquilidade silenciosa que se estendeu sobre a morte dos grandes enviados do Céu que Te precederam, de Teu túmulo aberto ergueu-se a mensagem da eternidade, gritante e magnífica, pela qual os Teus seguidores experimentaram a perseguição e o sacrifício, em trezentos anos de sangue e lágrimas nos cárceres de martírio ou na humilhação dos espetáculos públicos…
É que não apenas ensinaste a bondade, praticando-a impecavelmente, mas revelaste os segredos da morte.
Conversaste com as almas desencarnadas padecentes, através dos enfermos que Te procuravam, transfiguraste as próprias energias no cimo do Tabor, dando ensejo a que se materializassem, diante dos discípulos extáticos, Espíritos gloriosos de Tua equipe celeste.
Reabriste os olhos cadaverizados do filho da viúva de Naim e trouxeste de novo à existência o Espírito de Lázaro que se achava distanciado do corpo inerte, encarecendo e exaltando a responsabilidade da criatura, que receberá sempre de acordo com as próprias obras.
Agarrados à posse efêmera da estação terrestre, os homens não Te perdoaram a Revelação inesquecível e Te condenaram à morte, buscando sufocar-Te a palavra, olvidando que a Tua doutrina, marcada de amor e perdão, já se havia incorporado para sempre aos ouvidos da Humanidade. E, retomando-lhes o convívio, ressuscitado em Tua forma sublime, mais lhes aumentaste o espanto da consciência entenebrecida.
Desde então, Senhor, acirrou-se a antinomia (contradição) entre a luz e as trevas…
Os Teus apóstolos exibiam fenômenos mediúnicos maravilhosos, arrebatando a admiração e o respeito da turba que os cercava, mas bastou que no dia de Pentecostes transmitissem os ensinamentos dos desencarnados, em diversas línguas, para que fossem categorizados por ébrios que o vinho fazia desvairar.
Enquanto Paulo de Tarso, inspirado, se detinha na Acrópole sobre os grandes temas do destino, conquistava a atenção dos atenienses ilustres, mas bastou que aludisse à ressurreição dos mortos, para que fosse abandonado por todos eles à zombaria e a solidão.
E ainda hoje, Mestre, anotamos por toda a parte o terror da responsabilidade de viver. Quase todos os homens aceitam o apoio da religião, sempre que se lhes lisonjeie a inferioridade e se lhes endossem os caprichos no culto externo, prestigiando as autoridades de superfície que lhes desaconselhem pensar.
Acreditam comprar o Céu a preço de oferendas materiais ou de atitudes estudadas na convenção e imaginam que esse ou aquele inimigo está reservado aos tormentos do inferno. Entretanto, se alguém lhes recorda a realidade, mostrando a morte como prosseguimento da vida, com a exação (exigência) da Lei que confere a cada criatura o salário correspondente aos próprios atos, azeda-se-lhes o fervor, passando a abominar quantos lhes sacodem a mente entorpecida. E agora, como antigamente, associam rebelião e vaidade para asfixiar o verbo revelador onde surja. Improvisam tentações e pavores ao redor daqueles que se dedicam à verdade, e, se esses lhes não caem nas armadilhas e se lhes não temem as ameaças, empreendem campanhas lamentáveis, em que a difamação e o ridículo funcionam por golilhas (argolas de ferro) atrozes nas gargantas que desferem a palavra divina do Teu Evangelho Libertador.
Aos espíritas, Senhor, que Te exumam as lições do acervo de cinzas do tempo, cabe agora o privilégio de semelhantes assaltos. Porque se reportam à responsabilidade da criatura, no campo da vida eterna, e porque demonstram que a sepultura é portal da imortalidade, são conduzidos ao pelourinho da execração, caluniados e escarnecidos.
Como se lhes não possa interromper a existência, a fio de espada, emudecendo-lhes a mensagem de luz, pisa-se-lhes o coração na praça pública com as varas da mentira e do sarcasmo, para que o desânimo e o sofrimento lhes apressem o fim.
Mas sabemos que tu, Senhor, és hoje, como ontem, o Herói do Túmulo Vazio…
Aqueles que Te colocaram suspenso na cruz, por Te negarem residência na Terra, não sabiam que Te alçavam mais alto a visão para que lhes observasses os movimentos na sombra.
Mestre Redivivo, que ainda agora enches de terrível assombro quantos estimariam que não tivesses vivido entre os homens, fixa Teu complacente olhar sobre nós e aparta-nos das trevas de todos os que se acomodam com a saliva da injúria! E revigora-nos a consolação e a esperança, porque sabemos, Senhor, que como outrora, ante os discípulos assustados, estarás com os Teus aprendizes fiéis, em todo instante da angústia, exclamando, imperturbável:
– “Tende bom ânimo! Eu estou aqui”.

Irmão X, do livro A Luz da Oração, psicografia de Chico Xavier

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Algo para nós

Não digas que a grandeza de Deus te dispensa do bem a realizar.
Deus é a luz do Universo, mas podes acender uma vela e clarear o caminho para muita gente dentro da noite.
Deus é o Amor, entretanto, onde a necessidade apareça, guardas o privilégio de oferecer a migalha de socorro que comece a restaurar o equilíbrio da vida.
Lembremo-nos de que Deus pode fazer tudo, mas reservou-nos algo para realizar, por nós mesmos, de modo a sermos dignos de Seu nome.

Emmanuel, do Livro de Respostas, psicografia de Chico Xavier